Aprender a ser tolerante é um desafio épico para qualquer pessoa “média”. A maioria de nós está mais apta a apontar os “erros” dos outros e alimentar pensamentos rancorosos sobre o que nos fizeram do que passar por cima de tudo isso e mover-se adiante.
Como parte do meu processo de eliminação consciente eu estou buscando aprender a seguir sempre adiante e usar uma parcela menor do meu tempo e energia pensando demais sobre aquilo que não estou de acordo. É claro que continuo buscando aprender com os meus erros e com as opiniões e visões divergentes das minhas, mas não penso mais sobre elas em um nível perverso. Eu apenas tiro as lições que estão na superfície e sigo adiante!
Ser tolerante é importante para manter suas amizades, relacionamentos e, principalmente, sua sanidade. Ser intolerante custa caro e irá privá-lo de relacionar-se com aquelas pessoas que pensam e agem diferente de você. Ser intolerante, definitivamente, não é algo que as pessoas espertas queiram ser.
Nesse artigo me refiro ao tipo de tolerância mais simples e cotidiano, que pode e deve ser praticada em suas relações diárias e ao conhecer novas pessoas. A falta de tolerância costuma causar problemas muito mais sérios do que aqueles que estão em minha mente enquanto escrevo esse post, mas o objetivo aqui não é falar sobre a tolerância – e a falta dela – em um nível muito profundo. Esse é um post muito casual, para ser bastante sincero!