Saudações crianças. Hoje eu pretendo compartilhar com vocês o meu depoimento sobre os ganhos que alcancei fazendo uso da metodologia de produtividade pessoal conhecida como Getting Things Done, ou GTD, desenvolvida pelo consultor de gerenciamento e especialista em produtividade David Allen.
Sempre busquei uma maneira realmente eficiente para me organizar e fazer com que os meus projetos e afazeres pudessem ser realizados sem vacilar, mas eu sempre terminava tropeçando na preguiça e na procrastinação. Tive o primeiro contato com essa metodologia através do Efetividade.net e até o presente momento o GTD foi o caminho que mais gerou resultados entre todas as minhas tentativas.
O conceito geral e o núcleo dessa metodologia é absolutamente simples: retire tudo de sua cabeça e coloque em algum sistema confiável que você revise regularmente, ou, nas palavras do próprio David Allen, “mantenha a mente clara como a água”. Essa premissa baseia-se na idéia de que ao guardar compromissos, datas e lembretes em sua mente você estaria desperdiçando uma quantidade de energia que seria melhor utilizada na execução das tarefas propriamente ditas, no ato de buscar soluções criativas para os seus “problemas” e na realização plena dos seus projetos.
Pois bem, isso tem dado bastante certo. No começo imaginei que essa coisa de desperdiçarmos energia ao guardar coisas em nossa cabeça fosse um pouco exagerada, mas essa impressão logo foi embora quando descobri, ao fazer a minha coleta, que tinha mais de 120(!!!) afazeres a realizar, entre tarefas corriqueiras, compromissos pessoais e profissionais e vários projetos que pretendia finalizar. Ficou claro que manter tudo isso apenas na minha cabeça era impossível e que fatalmente algumas dessas coisas iriam escapar e no final das contas eu terminaria realizando apenas aquelas ações que estavam “no limite” e não podiam mais esperar, como havia sido durante todo esse tempo. E aposto que é assim que acontece com grande parte das pessoas.
Ao coletar todos os pontos que mereciam a minha atenção e criar estruturas sólidas para gerenciar todo esse inventário foi possível ter uma idéia absurdamente mais clara de tudo o que eu deveria fazer, quando, como, onde e com quem. O GTD sugere a criação de vários “módulos” que me permitem administrar todo esse inventário por meio de listas que abrangem as mais diversas variáveis necessárias para a realização das tarefas, tais como lugares, pessoas, equipamentos, datas e qualquer outra variável que eu deseje.
Para não tornar esse post muito grande e cansativo eu irei falar um pouco mais sobre essas diversas listas no próximo artigo, tentando explicar o papel que elas desempenham no seu sistema pessoal. Espero que estejam gostando e que se sintam curiosos com relação ao GTD, pois posso garantir que é algo bastante válido. E sintam-se livres para fazer qualquer pergunta utilizando os comentários.
Grande abraço e até mais!
Mto bom André. Segue com a segunda parte q eu fiquei bastante curioso.
Tinha ouvido falar do GTD mas um depoimento sobre os resultados obtidos é sempre melhor para despertar interesse do que apenas uma apresentação da metodologia.
Abraço.
Também vou ficar no aguardo da segunda parte!
Grande Sérgio, o artigo tá chegando!
Fica ligado, dessa vez falaremos um pouco sobre as listas de contextos.
Grande abraço!
André,
Gostei muito do seu depoimento. Claro e explicativo. Acho que vou indicá-lo para quem me perguntar o que é o GTD e qual a vantagem em utilizá-lo.
Olá Cynthia,
Fico feliz que tenha gostado, afinal de contas muito do que aprendi sobre o GTD foi graças a observação das fotos do seu ultra organizado ambiente de trabalho que pude ver no Flickr.
Fique à vontade para disseminar o artigo, eu agradeço. E apareça sempre que puder!
Grande abraço!
Ou, tem como não falar?? Espero ter encontrado a pedra filosofal, poqque se não, minha cabeça vai estourar de tantos projetos e compromissos.
E não me venham falar da velha agenda de papel, e muito menos de palm que comigo não funcionou, risos…
abraços…
Muito legal!
O cara dá dicas!!!Pow isso é demais!!!